Seus
ritmos, pulsações e compassos...
Suas
melodias, toques, arranjos e balanços...
Seus
sonhos, andanças, caminhos e estradas...
Estão
todos registrados na infinitude de sua alma de mulher.
Por
isso, o AMOR te implora:
Não
perca seus instintos e intuições.
Não
se exija de mais, nem de menos.
Não
se subordine ao ego, ao orgulho, aos padrões, à cultura e sobretudo aos outros.
Não
deixe que te roubem o que é seu por natureza: essa sua essência, essa sua decência,
essa sua paixão sutil pelo mundo, essa meiguice brava e essa docilidade tantas vezes
rude.
Enfureça-se
diante de injustiças e não se cale quando o seu corpo estiver em chamas.
Saia
da zona de conforto, do tédio paralisante e da rotina maçada.
Lembre-se
do porquê de estar aqui e agora.
Escape de rótulos, amordaças, cadeados, prisões,
depreciações e podamentos.
Defenda-se
em causa própria. Grite se quiser.
Vença
pelo amor que carrega e arrasta por todos os cantos.
Seja
mais do que fluente em você mesma. Pois somente você sabe as suas verdades. Ninguém
mais.
ESCUTE,
MULHER, O SEU DISCURSO INTERNO.
O
DISCURSO DA SUA ALMA É A SUA COERÊNCIA, É O SEU AMOR-PRÓPRIO, É A SUA CURA, É O
SEU DESTINO E É A SUA PRÓPRIA VIDA.

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