Amo
com todos os meus sentidos.
De
todos os jeitos, trejeitos, defeitos.
Porque
o AMOR é assim mesmo: sinestésico.
Amo
sem argumentar, ilogicamente, aprioristicamente.
Porque
o AMOR não é ciência: prescinde de constatação fática.
É
lúdico, mágico.
Já
foi escrito nas estrelas há muito tempo.
Amo
sem retorno, resposta ou qualquer solução.
Porque
o AMOR carece de contrapartidas.
É
essencialmente unilateral.
Amo
com a sinceridade estampada na testa e com o sorriso mais honesto que posso
dar.
Porque
o AMOR é merecedor da verdade escancarada. Enxerga quem pode.
Amo
porque amo o AMOR, altruisticamente.
Com a face, a alma e a coragem de quem ama de
modo absoluto: sem preocupações.
O
medo não está para o AMOR.
É
o orgulho que anda de mãos dadas com o temor.
Nunca
o AMOR.

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