quinta-feira, 16 de julho de 2015

Carta para Vida



Vida,
 Surpreenda-me. Arrase-me. Arraste-me para os confins da liberdade plena. Seja ousada. 
Alimente minha agudeza de espírito e a minha coragem de amar sem  contrapartidas.
Não quero um pacto pacato, muito mesmo tácito, com a mediocridade de viver ou de ser. 
Não quero a rotina, o cotidiano ou as crônicas encomendadas de um jornal. 
Quero a novidade de todos os minutos, a compensação de minha fome de você e a compreensão de meu AMOR.
Não pense, Vida, que sou uma passiva. E a ️espero passar assim, de qualquer forma. Não. Não. Eu sou aquela que muda os caminhos. E sai da zona de conforto. E grita alto, ainda que não queiram escutar ou compreender. 
Passa devagar, Vida! Porque tens o péssimo hábito de correr depressa.
Por isso, faço eu um pedido a tu: Conceda-me a finitude máxima e possível.

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