Não posso delegar a ninguém a responsabilidade pela minha paz interior. Depende exclusivamente de mim, dos meus atos, do meu amor.
No mais, não posso permitir que a furtem de mim. Ora, eu a conquistei: é fruto de minha consciência.
Portanto, eu digo: qualquer tentativa de furtar minha paz é tempo desperdiçado.
Sou uma menina, mas aprendi, entre a dor e o amor, a se apegar com fé à minha paz. Preciso dela. Todos precisamos.
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