sábado, 2 de junho de 2018
Diário do Primeiro Ano - alusão: FB&FF
Quero escrever para você, mas sem quaisquer pretensões. Apenas impressões, divagações, ideias, maneiras de ver as pessoas e o mundo e a vida e o meu verdadeiro modo de sentir. Estou confusa. Serei eu profunda mesmo ou não? Por que não consigo chorar? Quem sou eu de verdade?! Eu não sei: sinto diferente ou apenas sei lidar com a vida de outra forma? Sou a que chora por tudo ou a que não chora? A que tudo sente ou a que pouco sente? A que sabe discernir e viver ou a que se enfia nas cobertas para não viver? Foi-se há muito tempo a época das perguntas e das descobertas? Ou elas nunca acabam? Foi-se o tempo de amar? E o de perdoar? Escrevo-te sem esperar respostas e também não tenho uma finalidade específica. É porque preciso e não tenho coragem de dizer. Também sei que você nunca vai me ler. Não irei te mandar essas palavras. Mas talvez um dia, alguém me leia e me penetre a alma. Talvez compreenda o que eu não compreendo. Talvez ache as respostas que eu não achei. Talvez algum dia alguém consiga fazer o que eu nunca consegui: conhecer-me.
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