Quando eu nasci, um anjo desses bem lúcidos - que vive da racionalidade absoluta - disse-me: -Vá, menina! Siga o caminho da lógica! Mas eu não! Desobedeci o anjo e cá estou eu a seguir o caminho do coração.
Mundo mundo, vasto mundo!
Se quase tudo nesta vida não fosse tão imundo...
Teríamos muitas rimas, não condenações!
Mundo mundo, vasto mundo!
Deixe para lá o meu coração!
Tenho eu nenhuma ambição.
Sim, sim! Eu deveria dizer-te...MAIS...MUITO MAIS!
Acontece que esta lua, este vinho...
Não me trazem qualquer definição.
Fico aqui ora fazendo alusões ora tendo visões.
Licença poética, Carlos! Nasci gauche!
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