terça-feira, 19 de setembro de 2017
Crush
Palavra contemporânea. Mas e eu? Sequer cheguei no Realismo. Vivo nas canções de amor e amigo. Uma trovadoresca. Florbela medieval. Clarice, minha amiga de ideais. Cecília contando parte de minha vida sem saber... E eu sendo... E eu indo... E eu amando... E eu virando cacto e lua, deserto e estrela, furia e sensibilidade. Contradições.
terça-feira, 12 de setembro de 2017
Eu menti...
Então eu menti quando disse que estava ocupada. Menti mesmo. Sem dó, piedade ou peso na consciência. Eu estava cansada. Cansada de gente. Cansada do desamor e desse inflado orgulho humano.
Eu menti e disse que estava ocupada, mas não como a maioria das pessoas costumam mentir por aí. E nem estava ocupada no sentido normal da palavra.
Eu estava ocupada pensando irracionalmente.
Eu estava ocupada tomando folêgo.
Eu estava ocupada dizendo a mim mesma que eu ficaria bem, que tudo daria certo pela milésima vez na vida. Pois é isso que faço.
Eu estava ocupada procurando pela minha paz interna.
Eu estava ocupada sendo eu...
Tenho que pedir desculpas por mentir desse jeito? Por dizer que estava ocupada?
Não e não!
E olhe: talvez eu ainda esteja muito ocupada.
Eu menti e disse que estava ocupada, mas não como a maioria das pessoas costumam mentir por aí. E nem estava ocupada no sentido normal da palavra.
Eu estava ocupada pensando irracionalmente.
Eu estava ocupada tomando folêgo.
Eu estava ocupada dizendo a mim mesma que eu ficaria bem, que tudo daria certo pela milésima vez na vida. Pois é isso que faço.
Eu estava ocupada procurando pela minha paz interna.
Eu estava ocupada sendo eu...
Tenho que pedir desculpas por mentir desse jeito? Por dizer que estava ocupada?
Não e não!
E olhe: talvez eu ainda esteja muito ocupada.
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